Governo do Distrito Federal
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27/06/18 às 10h22 - Atualizado em 10/09/19 às 14h33

Ceasa ganhará mais 46 boxes para comercialização de produtos

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A Ceasa-DF terá novo local para comercialização de produtos agrícolas. Serão mais três pavilhões, que comportam 46 boxes de 120 metros quadrados cada um. A ordem de serviço para dar início à obra foi assinada nesta quarta-feira (27) pelo governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg.

A Ceasa-DF terá novo local para comercialização de produtos agrícolas. Serão mais três pavilhões, que comportam 46 boxes de 120 metros quadrados cada um. A ordem de serviço para dar início à obra foi assinada nesta quarta-feira (27) pelo governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg. Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília

A ordem de serviço para dar início à obra foi assinada nesta quarta-feira (27) pelo governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg.

 

Com previsão de finalização em dez meses, o empreendimento tem custo estimado de R$ 17 milhões.

 

De acordo com o presidente da Ceasa, José Deval, trata-se de um investimento, visto que a expectativa é que cerca de 30% do valor colocado na obra seja restituído com a venda das permissões de ocupação dos boxes.

 

As empresas interessadas em vender na Ceasa participam de processo licitatório — compram a permissão de uso dos espaços por 15 anos (renováveis por mais 15) e, instaladas no local, pagam aluguel mensal.

 

A construção era uma demanda dos produtores que já locam boxes no complexo, mas cresceram e precisam de mais espaço para transbordo e manipulação de produtos. Além disso, segundo Deval, a construção tem o objetivo de manter a saúde financeira da Ceasa.

 

Portanto, nas licitações que ocorrerão quando o espaço estiver finalizado, produtores que já comercializam no local e novas empresas poderão participar.

Cerca de 15 mil pessoas passam pela Ceasa-DF diariamente

A área total da Ceasa-DF é de 285.119 metros quadrados. Segundo estima a central, diariamente 15 mil pessoas passam pelo local.

 

São oito pavilhões permanentes destinados a empresas estabelecidas, com permissão de uso, para comercialização atacadista de produtos hortigranjeiros.

 

Há o Mercado Livre do Produtor (Pedra) destinado a produtores agrícolas para a comercialização em atacado da produção local. Ainda, há espaço para o comércio de flores e orquídeas, um complexo agroindustrial, um Centro de Capacitação e Comercialização da Agricultura Familiar, entre outras atividades.

 

FONTE: AGENCIA BRASILIA