Governo do Distrito Federal
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19/08/21 às 16h03 - Atualizado em 19/08/21 às 16h03

Seagri-DF intensifica ações de controle de doenças em suínos

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Iniciado nesta quarta (18) o inquérito de suínos no Distrito Federal. A atividade é prevista no Plano Integrado de Vigilância de doenças dos suínos, coordenado pelo Ministério da Agricultura (MAPA), para os estados brasileiros que compõem a zona livre de Peste Suína Clássica (PSC), na qual o DF está situado.

 

O inquérito está sendo realizado pelas equipes de Defesa Agropecuária da Secretaria de Agricultura do Distrito Federal (Seagri-DF) em uma amostragem de propriedades do DF com criação de suídeos, para inspeção clínica e coleta de sangue em suínos em idade adulta (acima de 8 meses de idade). As amostras coletadas serão enviadas ao Instituto Biológico de São Paulo, laboratório credenciado do Ministério da Agricultura. O objetivo é comprovar a ausência de peste suína clássica no rebanho, para manutenção do status livre de PSC no Distrito Federal.

 

A subsecretária de Defesa Agropecuária da Seagri-DF, Danielle Araújo, destacou a importância da atividade para o controle da doença e o mercado de suínos. “A realização de um inquérito ajuda na detecção precoce de doenças, e no caso particular desse inquérito de PSC, nos ajuda a buscar a manutenção do status de área livre da doença para o Distrito Federal”, afirmou Danielle Araújo. “Esse título é de suma importância para o comércio de carne suína. Dá mais segurança para os compradores e abre mercados”, complementou a subsecretária da Seagri-DF.

 

Segundo o diretor de Sanidade Agropecuária e Fiscalização da Seagri-DF, Vinícius Campos, a inspeção clínica dos suínos é muito importante para identificar sinais sugestivos de peste suína clássica ou outras doenças que possam ter impacto na saúde pública ou economia.

 

O diretor da Seagri-DF reforçou ainda o papel do produtor para controle da peste suína e outras doenças em suínos. “O primeiro passo é a prevenção. Criar os suínos em ambiente fechado e nunca fornecer restos de comida aos animais ajuda muito a evitar a ocorrência de doenças nos animais”, esclareceu Vinícius Campos. “Outro pilar é a detecção precoce. É fundamental ficar atento a sinais como manchas na pele, vômito, diarreia, conjuntivite, aborto, queda dos membros posteriores, apatia, feridas ou bolhas nas patas, boca ou tetas ou morte de muitos animais do rebanho” destacou o diretor. “Caso identifique alguma dessas situações, o produtor deve informar imediatamente o serviço de Defesa Agropecuária”, complementou Vinícius Campos.

 

 

Texto e imagens: Ascom Seagri-DF